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domingo, 26 de maio de 2013

Equações lineares de 1ª ordem

São equações do tipo , onde:
- y e dy/dx são multiplicados por funções de x, somente;
- y e dy/dx estão elevados a 1

Método de resolução:


  1. resolva a ED na forma descrita acima para a forma padrão   dividindo a equação por a1(x)
  2. procurar um fator de integração μ(x) multiplicando a ED na forma padrão por μ(x):
     , implicando que 
    SENDO QUE
     μ(x) é obtido de 

Muito confuso, né? Pois é. Sóoo que eu tenho exemplo!

Resolva 

  1. Colocar no formato padrão (dividindo por x): 
  2. Obter um μ(x): 
  3. Multiplicar a ED por μ(x):
  4. Encontrando y: 

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Equações Diferenciais Exatas

RELEMBRANDO: diferencial total (dF) de uma função  
Por exemplo: f(x, y) = x² + 3xy nos dá df = (2x + 3y) dx + 3x dy.
Agora voltando.
Definição: uma EDO escrita na forma M(x, y) dx + N(x, y) dy é exata se o formato mostrado (em vermelho) for o diferencial total de uma função f(x, y).

Exemplo: a equação x²y³ dx + x³y² dy = 0 é exata pois é a diferencial total da função f(x, y) = ⅓ x³y³


Critério para determinar se uma função é exata: considere uma EDO na forma M(x, y) dx + N(x, y) dy = 0. Se a ED é exata, temos . Teremos também  , logo   porque as derivadas parciais mistas são iguais.


Exemplo: verifique se 2xy dx + (x² - 1)dy = 0 é exata.

Temos:   M = 2xy   e   N = x²-1. Derivando parcialmente como mostrado acima, temos ambas as derivadas parciais mistas iguais a 2x. Portanto, a ED é exata.

Formato da solução numa ED exata: temos M(x, y) dx + N(x, y) dy = 0. Se a ED for exata, podemos descrevê-la como df = 0, portanto f(x, y) = C é a solução da ED.



  1. Verificar se a ED é exata ✓

  2. o termo g(y) aparece na função porque sabemos apenas a parte originária da derivada parcial de x
  3. x²-g'(y) = x²-1   =>   g'(y) = -1   =>   g(y) = -y
  4. f(x, y) = x²y - y. Solução: x¹y - y = C